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quarta-feira, 4 de agosto de 2010
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Controle de nível por pressão na linha!!
Problemas problemas!!! Temos uma aplicação aqui aonde controlamos a velocidade de uma bomba de água por um transmissor de pressão na linha, pois o pessoal precisa de uma certa pressão de água nas mangueiras na fábrica, até aí tudo bem, as bombas de água da fábrica tem inversores de frequência, mas resolveram usar o mesmo controle para a bomba de água potável da caldeira nova, só que a bomba opera com controle discreto, sem o inversor, ela enche uma caixa d'água, que fica do lado de fora do barracão da caldeira, e teria de desligar pela pressão na linha, o problema é que a bóia da caixa d'água não é on-off, ela vai fechando aos poucos, e a pressão subindo, e a água sendo consumida, não continuamente, pois essa é a água que é usada no banheiro, torneiras, etc, do barracão, quando a pressão chega no set-point que a desliga, pronto, o controle fica louco, a pressão cai de uma vez, ela torna a ligar, a pressão sobre de uma vez, e ela torna a desligar, já fiz esquemas com temporizadores e tudo o mais, mas o consumo nunca é linear, SOLUÇÃO (e não estou falando de um soluço grande não)?!?! Inversor de frequência nela ou deixar o transmissor de pressão como segurança e implementar um controle de nível discreto com chaves de nível...
Pressão da linha em Azul e Comando da bomba em Verde...
Pressão da linha em Azul e Comando da bomba em Verde...
domingo, 25 de julho de 2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Projeto de automação!
Quando da implementação de um projeto de médio para grande porte, é imprescindivel a utilização de tais ferramentas organizacionais, como por exemplo a lista de I/O. A lista de I/O (Entradas e Saídas) nada mais é do que a listagem de tudo o que você vai precisar de entrada e saída de dados, por exemplo, um projeto para partida de uma bomba e controle de nível de um tanque, precisaremos de três entradas discretas, térmico atuado, confirmação e desliga bomba, duas saídas discretas, liga bomba e rearme remoto, uma entrada analógica, para o transmissor de nível do tanque. A partir dessa lista podemos especificar o CLP, cartões de entradas e saídas, o possível uso de uma remota, já que você deve constar informações do tipo área, setor, local, etc na lista. Falando dessa forma parece um conceito simples, e realmente é, mas é incrível como essa ferramenta é pouco utilizada.
Segue um modelo bem simples de uma lista de I/O:
quarta-feira, 2 de junho de 2010
quarta-feira, 26 de maio de 2010
O valor da automação: o custo de não investir!!
"Dez ou quinze anos atrás, quando abria-se um posto de trabalho para servente de pré-moldados, por exemplo, e divulgava-se simplesmente através de uma placa de 50×50 colocada na frente da fábrica, recebia-se algo em torno de 30 candidatos. Entre eles estavam pessoas que mal sabiam escrever o próprio nome, quando não precisavam carimbar o polegar. Mesmo com baixo grau de escolaridade, dos 30 candidatos selecionava-se 10 para contratos de experiência e absorvia-se 5.
domingo, 14 de março de 2010
Teoria de controle I
Controle manual típico

Conforme vemos na figura, em um processo manual típico quem faz a função do controlador é o operador, ele coleta informações do processo, como a temperatura por exemplo (com a mão ele mede a PV), conforme a temperatura esteja fora do padrão (faz uma comparação mental com as informações que já tem e calcula o erro, ou offset) ele atua no processo, no caso, regulando a válvula de vapor na entrada no trocador (MV) tentando assim manter a temperatura no seu padrão, no seu set-point (SP).
Naturalmente um processo manual não precisa ser manual a esse ponto, usando um transmissor de temperatura e uma válvula controlada manualmente, mesmo que a distância também caracteriza um controle manual.
Controle por Realimentação (feedback)
O controle por realimentação utiliza o desvio da variável controlada (MV) em relação ao valor desejado (SP), encontrando assim um valor de erro para efetuar a correção na entrada.
As variaveis são medidas com sensores que irão enviar toda a informação para o hardware de controle (um PLC, um controlador dedicado, etc) que irá efetuar a comparação entre saída e entrada, ajustando assim a variavel de entrada para que a variavel de saída e o set-point sejam os mais parecidos possíveis. É o controle mais comum e o mais utilizado na prática.
Controle por Antecipação (feedforward)
Enquanto o controle por realimentação responde ao efeito de um distúrbio, o controle por antecipação responde diretamente ao distúrbio, proporcionando assim um controle muito mais rápido e preciso.
Em geral essa técnica é mais complexa e mais cara do que a por realimentação. Requer maior conhecimento do processo, sendo mais utilizada em aplicações críticas. Além disso, caso haja qualquer desvio da variável controlada (MV) em relação ao valor desejado, o sistema não proporciona correção (quando usado sozinho).
Na prática o controle por antecipação raramente é utilizado sozinho, é usado quase sempre em conjunto com um controle por realimentação.

Conforme vemos na figura, em um processo manual típico quem faz a função do controlador é o operador, ele coleta informações do processo, como a temperatura por exemplo (com a mão ele mede a PV), conforme a temperatura esteja fora do padrão (faz uma comparação mental com as informações que já tem e calcula o erro, ou offset) ele atua no processo, no caso, regulando a válvula de vapor na entrada no trocador (MV) tentando assim manter a temperatura no seu padrão, no seu set-point (SP).
Naturalmente um processo manual não precisa ser manual a esse ponto, usando um transmissor de temperatura e uma válvula controlada manualmente, mesmo que a distância também caracteriza um controle manual.
Controle por Realimentação (feedback)
O controle por realimentação utiliza o desvio da variável controlada (MV) em relação ao valor desejado (SP), encontrando assim um valor de erro para efetuar a correção na entrada.
As variaveis são medidas com sensores que irão enviar toda a informação para o hardware de controle (um PLC, um controlador dedicado, etc) que irá efetuar a comparação entre saída e entrada, ajustando assim a variavel de entrada para que a variavel de saída e o set-point sejam os mais parecidos possíveis. É o controle mais comum e o mais utilizado na prática.Controle por Antecipação (feedforward)
Enquanto o controle por realimentação responde ao efeito de um distúrbio, o controle por antecipação responde diretamente ao distúrbio, proporcionando assim um controle muito mais rápido e preciso.
Em geral essa técnica é mais complexa e mais cara do que a por realimentação. Requer maior conhecimento do processo, sendo mais utilizada em aplicações críticas. Além disso, caso haja qualquer desvio da variável controlada (MV) em relação ao valor desejado, o sistema não proporciona correção (quando usado sozinho).Na prática o controle por antecipação raramente é utilizado sozinho, é usado quase sempre em conjunto com um controle por realimentação.
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